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quinta-feira, 16 de junho de 2011

“Leio a Bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes”, diz estrela do rock

Apesar de fazer shows cantando músicas até sobre necrofilia, o rock star de 63 anos ora duas vezes ao dia.





















Em uma entrevista recente ao Jornal da Tarde, Alice Cooper, músico de 63 anos falou sobre drogas, música e hobbys. Mas o cantor também revelou que ora duas vezes ao dia e que eventualmente dá aulas de cristianismo.

Tudo isso seria normal se o rock star não cantasse canções que contrariam os ensinamentos bíblicos, em algumas delas ele fala até de necrofilia (excitação sexual decorrente da visão ou do contato com um cadáver), mas para ele “não tem nada na Bíblia que proíba alguém de ser um rock star.”

Sempre que o cantor sobe ao palco ele se transforma em um personagem, suas performances no palco inspiraram grandes artistas como a banda Kiss e Marilyn Mayson.

Apesar de sua aparência e letras liberais ele afirma ao jornal que não contrata músicos que usam drogas. “Eu não vou contratar alguém que usa drogas. Porque quando formos entrar em turnê, ele vai ser um problema. Não estou falando de beber uma cerveja. Isso não é problema para ninguém. Mas se você está numa banda grande, estar bêbado sempre não funciona no show. Não dá.”

O músico que não bebe há 30 anos conta que tomou a decisão de abandonar o vício quando viu seus amigos morrendo, Jim Morrison e Jimmy Hendrix. Nessa hora o repórter pergunta como ele é fora dos palcos e a resposta é surpreendente.

“Sou um cristão normal. Quando eu for para São Paulo, você vai ver. Vou fazer compras, jogar uma partida de golfe. O que acontece é que, quando eu viro Alice Cooper, preciso me tornar um vilão. Sou como o Darth Vadder, do Guerra nas Estrelas, ou como o Hannibal Lecter, de O Silêncio dos Inocentes. Eles são vilões. Eu adoro fazer essa transformação.”

Interessado nessa história o repórter pergunta se dá para ser um rock star e ter uma religião. “Dá, sim. Sou protestante. Não existe nada na Bíblia que diga que você não pode ser um cantor de rock’n’roll. Entendo que Deus me deu um talento e espera que eu o use. O meu show não tem nada de anticristo. Muito pelo contrário, acho até bem cristão.”

Alice Cooper revela que na igreja tem pessoas que não gostam de suas atitudes, mas a maioria o enxerga como mais um cristão. “Existem advogados cristãos, médicos cristãos. Sou um cantor de rock cristão. Sempre oro antes dos shows. Oro todos os dias. Leio a Bíblia de manhã e à noite. E dou aulas de cristianismo, às vezes. Meu pai era pastor, meu avô também. Isso é algo de família.”

Fonte: Gospel Prime

http://noticias.gospelprime.com.br/leio-a-biblia-de-manha-e-a-noite-e-dou-aulas-de-cristianismo-as-vezes-diz-estrela-do-rock/

Com informações Jornal da Tarde

terça-feira, 31 de maio de 2011

Um Cristão Pode se Tatuar? estudo completo!

Fonte: Comunidade "Um Cristão Pode se Tatuar? de Felipe Super Jesus (Orkut)


Gostaria antes de qualquer coisa de agradecer ao meu mano Felipe por este estudo, seja de sua propria autoria ou não, ele veio tirar muitas duvidas. Vale à pena ler! "Thy Silvério"



Primeiramente, o título deste texto está incorreto. O melhor título seria “Convém aos cristãos se tatuarem?”, pois, uma vez que já não estamos mais sob o domínio da Lei, nada em si próprio é “certo” ou “errado”. A graça de Deus é que justifica ou condena qualquer ato. Mas o erro foi proposital com o intuito de atrair a atenção para o tema proposto.
Antes de começar a discorrer sobre a prática de se tatuar, precisamos fazer considerações sobre “cultura”, uma vez que a “tatuagem” está inserida em um contexto histórico/cultural. É impossível datar um início para o ato de se tatuar, os babilônicos na época de Abraão já possuíam tais práticas e Darwin afirmou que “do Pólo Norte à Nova Zelândia não havia aborígine que não se tatuasse” em seu livro A Descendência do Homem.

Várias são as teorias e as tentativas de explicar como surgiu a tatuagem, uma delas é que, nos tempos primórdios, marcas involuntárias adquiridas em guerras e lutas corporais geravam orgulho e reconhecimento ao homem que as possuísse, pois eram expressões naturais de força e vitória. O homem da época, partindo da idéia de que marcas na pele seriam sinônimos de diferenciação e status, passou a marcar-se voluntariamente, fazendo ele mesmo seus ferimentos pelo corpo, que com o passar do tempo deu espaço para a criação de desenhos utilizando-se de tintas vegetais e espinhos para introduzi-las à pele.

Todos os antropólogos são unânimes em afirmar que a tatuagem acompanha o homem desde seu surgimento. A Múmia mais antiga do mundo foi encontrada em 1991 na Itália e data de 5.300 anos antes de Cristo. Congelada em um bloco de gelo, a múmia tinha tatuagens acompanhando toda a espinha dorsal, além de uma cruz numa das coxas e desenhos tribais por toda a perna. A segunda e a terceira múmias mais velhas seguem o mesmo exemplo, tatuagens por todo o corpo.

A tatuagem não é algo apenas ATUAL, é uma prática que existe há milênios, algo criado pelo homem dentro da cultura onde ele estava inserido. Exemplos:

· Os Pictus (povo que viveu no norte europeu) tatuavam-se acreditando que as tatuagens lhes davam poder e força e que os desenhos ficavam impressos na alma para que eles pudessem ser identificados após a morte por seus antepassados;
· Os nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia, tatuavam-se em rituais complexos, sempre ligados à religião;
· Os povos Celtas e Vikings, os dinamarqueses, os normandos e os saxões tatuavam-se como forma de coragem, patriotismo para as guerras e batalhas;
· Para os Samoanos, o ato de pintar o corpo marcava a passagem da infância para a maioridade;
· No Japão feudal as tatuagens eram usadas como forma de punição, tornando-se sinônimo de criminalidade;
· Os chineses acreditavam que as tatuagens desviavam o mal de quem as possuía e marcavam a pele com labirintos sinuosos para confundir os olhos do inimigo;

O ato de se tatuar foi comunicado de pais a filhos, até os tempos atuais. Em cada cultura, a tatuagem toma um significado diferente. Em algumas era sinal de coragem, em outras, reverência aos mortos, adoração a deuses, misticismo, distinção entre criminosos e corretos, etc. Em nosso contexto (ocidente, século XIX) a tatuagem nada mais é do que uma vaidade, estética, feita principalmente por jovens. Era normal em alguns povos citados acima ver anciãos se tatuarem, o que não é normal hoje em dia. Portanto, um bom entendimento sobre o que é a “tatuagem HOJE” é essencial se quisermos fazer considerações sobre ela, principalmente no âmbito espiritual.

A tatuagem hoje em dia é feita pelos seguintes motivos basicamente: vaidade e estética (a grande maioria); manifestação de idéias/opiniões/conceitos (movimento contra-cultura, por exemplo); misticismo e blasfêmia (grande minoria, feita por pessoas que em grande parte querem apenas aparecer e criar pose de que é mau).

“A tatuagem nunca esteve tão na moda”, ouvi um pastor dizer recentemente. Diante de tudo que foi exposto acima, essa informação dita por muitos se torna equivocada. A tatuagem sempre esteve nas culturas humanas e devido ao preconceito da sociedade em que vivemos, a frase que usaria seria a seguinte: “A tatuagem nunca foi tão sufocada e atacada”.As pessoas tatuadas são muito discriminadas, mas não por erro delas e sim por imaturidade e preconceito da sociedade. Todos têm direito de se expressar, seja da forma como lhe aprouver. Alguns preferem músicas, outros artes, desenhos, esportes, outros tatuagem!

Grande parte desse preconceito vem exatamente por influência da “igreja”. As investidas católico-romanas para expandir o cristianismo na Europa durante a idade média encontravam resistências por parte de vários povos que já tinham suas culturas estabelecidas. No começo ouve um sincretismo religioso para que o cristianismo adaptasse à cultura do povo. Os que resistiam eram mortos. Bárbaros, Vikings, Celtas, Zigotos lutaram bravamente contra a opressão. Essas hordas ou clãs eram perseguidos, aprisionadas e mortos em fogueiras pela “igreja” a mando dos senhores feudais (fonte de riqueza a Roma) que queriam exterminar possíveis “redentores do povo”. A “igreja” se aproveitou muito disso: a tatuagem passou a ser “coisa do demônio” tanto quanto os objetos culturais pagãos. Algumas das fábulas inventadas persistem até hoje.

E um fato que não pode deixar de ser comentado, é que a tatuagem era usada pelos primeiros cristãos . Vivendo na clandestinidade, acusados de terem incendiado Roma, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais escritos e tatuados, com destaque para a cruz, as letras IHS (Jesus Salvador dos Homens em grego), o peixe (IKTHUS), etc.

Portanto, a tatuagem NÃO é um modismo que começou nas últimas décadas. Ela tem história, ela está na história dentro de praticamente todas as culturas já existentes.

A Bíblia não fala sobre tatuagem, é claro! Esse termo não existia na época em que foi escrita. Em alguns trechos podemos ler algumas ordenanças sobre “marcar e lacerar a pele” (são poucos e estão no Velho Testamento). Devemos ficar atentos para que esses textos sejam muito bem interpretados, pois, a tatuagem de hoje não é a tatuagem da época da Bíblia, o contexto é outro, a cultura é outra, a circunstância é outra. O versículo muito usado é:

“Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo fareis marca alguma. Eu sou o Senhor.” (Lv 19:28).

Esse versículo tem sido muito usado como “a prova bíblica” contra a tatuagem. Mas isso revela uma falta de conhecimento tremenda, pois é um erro infantil de interpretação bíblica: “texto fora do contexto”. Na contexto da época, as pessoas se marcavam como forma de demonstrar seu luto, de expressar sua dor, e é exatamente isso que é advertido: “Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos…”. Creio que o ato foi advertido não pela marca em si e sim por outras questões que estavam envolvidas quando se ”tatuava por causa dos mortos” (idolatria, necromância, misticismo, etc).

Aos que gostam de usar esse versículo como condenação à tatuagem, eu respondo da seguinte forma: “Ok, mas não isole o versículo, ponha em prática o versículo anterior”. O versículo anterior proíbe aos homens cortar o cabelo e danificar a barba. Ou seja, se tatuagem é pecado apenas por causa desse versículo, é pecado cortar o cabelo e a barba também! Andemos como mendigos a partir de hoje.

Outros versículos são usados da mesma forma: isolados, sem contexto! Chegam ao absurdo de citar I Coríntios 6:19, 20 (“sois templos do Espírito Santo”), texto que fala sobre santidade, contra a prostituição, não sobre marcas na pele. Somos templos do Espírito Santo e devemos demonstrar isso com atitudes e não com aparência, mesmo porque, os maiores ladrões e assassinos do mundo andam de terno e gravata!

A tatuagem é uma demonstração cultural e creio que o Espírito Santo exulta de alegria em ver uma pessoa tatuar “Jesus, eu te amo” para todos vêem. E este mesmo Espírito Santo se entristece quando vê alguém politicamente correto sem tatuagem pecando. Ter tatuagem ou não interfere em sua vida cristã, seus atos sim, a disposição do seu coração sim!

domingo, 13 de março de 2011

A história do Christafari - Reggae Cristão de Qualidade







Christafari são pioneiros, continuamente pioneiro no gênero do Evangelho de reggae os EUA e em todo o mundo. Eles já se apresentaram em 46 estados, 50 países, em dois Jogos Olímpicos e até mesmo antes de o presidente dos Estados Unidos da América. Este grupo multi-cultural de 9 membros é liderado pelo vocalista e fundador, o Pastor Mark Mohr. Com sua mistura de raízes tradicionais e reggae dançante, eles proclamam uma mensagem intransigente de esperança e salvação para esta geração perdida. Depois de duas décadas, a banda está indo cada vez mais forte com um novo álbum e uma agenda de turnê incessante que vai mandar realizar 100 shows em 25 países.



CHRISTAFARI HISTÓRIA

Christafari foi fundado em 1989 pelo compositor, produtor e vocalista Mark Mohr. Criado em uma família cristã, Mark se desviou de seu desenvolvimento espiritual durante a adolescência e se voltou para drogas ilícitas, álcool e até mesmo o cultivo de maconha. Depois de ter um encontro inegável com Deus em um acampamento da juventude, pouco antes de completar 18 anos, Mohr Reconciliou a sua vida a Deus e deu o que ele chama de "Passo da Liberdade" fora do vício. Nesse ponto, o seu maior desejo era o de ajudar os outros a sair da escravidão que mesmo depois enredada nele. Ele sentiu Deus falando ao seu coração para iniciar a primeira banda de reggae gospel na América. Seria um contra-seitas, o ministério de aversão as drogas que usou o uplifting sons de reggae para trazer os perdidos para a luz. Esta banda novata nasceu há apenas duas semanas mais tarde em um show de talentos do acampamento. Inicialmente, ele chamou o grupo para o Christafarians e depois encurtou o nome para Christafari (pronuncia-CRISTO-AH-FAR-EYE) inspirado na palavra grega dado a um grupo de pessoas que coletivamente representam Cristo. "O melhor conselho que já recebi foi para ir para o Colégio Bíblico para que eu pudesse ser teológico e doutrinariamente sólido", diz Marcos.

Ele estudou na Universidade Biola em Los Angeles, com especialização em Educação Cristã. Durante a sua estadia em Biola, o grupo continuou a tomar forma como Marcos escreveu canções para o primeiro Christafari três álbuns, "Reggae Worship Vol. 1" (Frontline), "Soul Fire" e "Valley of Decision" (Gotee). "Valley of Decision" tornou-se o melhor álbum de reggae gospel na história do gênero.



Lion of Zion

Em 1999, após gravar dois álbuns com Gotee Records sob a tutela do Toby Mac, Mark ramificou-se por conta própria, fundar a sua própria gravadora Lion of Zion Entertainment com o objetivo de alcançar o mundo com música. " Com seus amplos canais de distribuição, Lion of Zion teve uma mão em introduzir o resto do mundo para artistas como Sherwin Gardner, G Monty, Stitchie, Mr. Lynx ", Imisi, Tiko & Gitta e três vezes vencedor Award 2006 Marlin Avion Blackman (que também é esposa de Mark e baixista do Christafari). Ao longo dos anos, Lion of Zion lançou 40 gravações, incluindo catálogo crescente Christafari de álbuns, "WordSound & Power", "DubSound & Power", "Palabra Sonido Y Poder", "Gravidade", "Gravitacional Dub", "Reggae Sunday School" (Kids) , "To the Foundation", e sua mais recente oferta "Sem Compromisso".

Através de sua banda em constante evolução e compilações de vários artistas, Mohr foi indiscutivelmente o primeiro a gravar e distribuir internacionalmente seguintes subgêneros da música gospel, reggae, dancehall soca, mato-me-reggae, raggamuffin hip-hop, dub e vários outros estilos . Mohr sempre colocou a popularidade do reggae gospel antes de sua própria banda. Ele é o fundador e presidente da GospelReggae.com, uma loja virtual que oferece a maior seleção do gospel reggae e world music no mundo.



PRÊMIOS

Em 2009 tornou-se Christafari homenageados no Hip Hop Awards Santo e Mohr coletados dois prêmios Marlin. Em 2007 Christafari "To the Foundation" fez o 50 º Annual Grammy Awards voto (categoria Melhor Álbum Reggae). Em 2006, Marcos recebeu um prêmio por sua contribuição para a música gospel do Caribe, Christafari recebeu quatro premios Marlin, 5 indicações ao Prêmio Gospel Urbano Indústria e foram nomeados para Melhor Álbum Reggae pela Sound Music Awards En. O grupo levou para casa Álbum do Ano em 2005 (UGI) e recebeu três prêmios de Álbum do Ano, Melhor Artista / Grupo, e melhor produtor do Evangelho Urbano Industry Awards, em 2004. "Gravity" também foi nomeado para dois prêmios Marlin em 2004. O desempenho dinâmico da banda na Suécia, em 2003, rendeu um Concerto de Ano o assentimento das concessões de conexão. Christafari foi nomeado para o prémio Marlin de 2002 como Artista Internacional do Ano ". Seu álbum, "WordSound & Power", também foi indicado para quatro prêmios Marlin em 2000. Christafari recebeu até um álbum de Reggae da nomeação Ano pelo Prêmio Tamika em 1997 e uma indicação ao prêmio Dove em 1996.



Cinema, televisão e MEDIA

Christafari foi apresentado na CNN Headline News, Notícias MTV, MTV Brasil, Canal da Família, TBN, BET, The 700 Club, TBS, Raízes do Aço e o Dia 7 show com Greg Laurie. Seus vídeos estão em alta rotação em canais como BET e seus álbuns têm mantido fortes posições na Billboard Magazine. Sua música foi parar três trilhas sonoras de filmes, incluindo o Seleções Sundance Film Festival, "Naturalmente nativos" e "Encontre-me em Miami". Mohr e sua esposa Avion também produzem regularmente músicas especialmente para a Disney / ABC Network e ganharam a colocação em mostras como "General Hospital" e "One Life to Live". Eles também têm sido destaque em publicações como a Billboard, o CCM Magazine e The Beat. Não há dúvida de Mark Mohr e Christafari são reconhecidos como uma das principais forças do reggae e música americana Evangelho.

"Sua música é que além de Bob Marley." - Dread Makeda, 91 X



PERFORMANCES

Mark Mohr e Christafari trouxeram sua marca única de reggae gospel para quase todos os estados os EUA e cerca de 50 países ao redor do mundo. primeira turnê da banda foi em 1995 com Reggae Sunsplash, tour da América do Norte reggae premier, percorrendo 46 cidades e realizando diante de mais de um quarto de milhão de pessoas. Eles já tocaram em quase todo festival importante e muitas das mais prestigiosas do país, como no teatro grego e Irvine Meadows. Quando Christafari tocou no Reggae no Rio, o "World's Greatest Reggae Festival", Mohr teve o privilégio de batizar três novos convertidos no rio. Ao longo dos anos o grupo já dividiu o palco com grandes nomes da indústria do reggae como Aswad, Bunny Wailer, Lucky Dube, Big Mountain, Burning Spear, Pato Banton, Dennis Brown, Freddie McGregor, The Wailing Souls, Capleton, Israel Vibration , Cultura, Buju Banton, e Wayne Wonder.


"Eles eram um grande grupo de rapazes a ter na estrada. Eu não tenho nada mas elogios para Christafari em termos de profissionalismo e o tipo de pessoa eles são. Eu iria considerá-los para outra turnê Sunsplash." Reggae Sunsplash Tour Produtor Wayne Sinclair

Em Washington DC, nos degraus do Capitólio da nossa nação, Christafari ministério para o maior público até à data - uma multidão de mais de meio milhão. Outros destaques incluíram o desempenho de 1997 Presidential Inaugural Ball, eles tocaram no anfiteatro principal da Vila Olímpica durante os Jogos Olímpicos de 1996 e executado em 2002, na Olimpíada de Inverno em Salt Lake City, Utah.

"Christafari é um dos atos mais divertido viver no Reino de Jah".

- O Beat Magazine, Tom Orr



NENHUM COMPROMISSO

No início de 2009, a banda encerrou suas 150 cidades para a Fundação Mundial de turismo (distribuídos por 21 países diante de multidões tão grandes como 80.000). O grupo entrar em estúdio em março para gravar Sem Compromisso, que foi lançado em 18 de agosto (Infinity Music Distribution).

Duas décadas na fabricação, "Sem Compromisso" é um importante marco do 20 º aniversário do Christafari. É lotado com 15 hinos gospel novo reggae e um arsenal de participações. Combinando a sua assinatura som roots reggae com elementos de hip-hop, dancehall, soca e até rock, "Sem Compromisso" apresenta um som novo evangelho sem precedentes: um aceno ao passado Christafari montagem, e um passo ousado em seu futuro brilhante!



No Compromise tem sido um tema com Christafari, mencionado em canções como "Christafari", "Warriors", "Soul Fire" e "WordSound & Power". Ele também presta homenagem a Keith Green, um dos maiores influenciadores da música cristã (que tinha um álbum e na biografia de mesmo nome). Fiel ao seu nome, o álbum investiga diversas questões tecla quente como o aborto (os manifestantes), Rastafarianismo (gwaan Natty), caindo para longe de Deus (que ninguém se Fade Away) e uso de maconha (Pure Meditações). Em "Mais Alto", pela primeira vez em uma gravação, Christafari fundador e vocalista Mark Mohr vividamente compartilha seu testemunho como uma droga e maconha viciado juventude. O refrão diz de sua salvação e que "não há alta como o Altíssimo!"

No Awards 2009 Marlin, nas Bahamas, Mohr fez um anúncio surpreendente, "Dada a turbulência financeira atual que muitos de nós estamos enfrentando, por três semanas antes da data de rua, nós decidimos dar o nosso próximo álbum para download para o que você pode pagar. Se você não tiver o dinheiro, então o nosso próximo álbum está em nós. É isso mesmo, é grátis! " A resposta foi avassaladora. Durante os primeiros dias, os servidores do Christafari caiu duas vezes por causa do grande volume de tráfego.

Na promoção deste álbum, Christafari foi em uma excursão de 20 dias Europeia tocar em festivais importantes como Frizon e Flevo. A banda continua sua incansável agenda de shows, percorrendo os EUA, América Latina, Caribe e além - levando milhares ao Senhor a cada ano!

"Eu vi então jogar muitas vezes e cada vez que eles já balançou a multidão. Eu garanto que se você colocá-los em qualquer momento em qualquer grande festival que vai derrubar a casa para baixo. Estou confiante de que as pesquisas que serão eles são um dos melhores desempenhos, pois eles trazem algo diferente e um live show incrível! " - Charles Dorris, o ex-vice-presidente e chefe da música cristã na William Morris Agency e Presidente do Gospel Music Association.


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A Agência musical Positive

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